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Governador defende mais mulheres em cargos eletivos e avalia nomes a vice

Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Gazeta Digital

O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que pretende ter uma mulher como candidata a vice em sua chapa nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista coletiva após a entrega de novas viaturas destinadas à Patrulha Maria da Penha, nesta terça-feira (30).

No evento, Pivetta defendeu uma maior participação feminina na política. Em seu discurso, ele lamentou a baixa representatividade das mulheres nos cargos eletivos e disse esperar que o próximo pleito resulte em mais parlamentares eleitas.

Ao ser questionado pelos jornalistas se pretendia incentivar um número maior de candidaturas femininas em seu grupo político e se fazia parte de seus planos escolher uma mulher para compor a chapa majoritária, Pivetta respondeu de forma direta.

“Está nos meus planos, está nos meus planos. Nós gostaríamos que fosse no mínimo à metade, porque as mulheres são mais de 50% da nossa população. Mas, infelizmente, na prática não é isso que acontece. É uma dificuldade. Nós só temos uma deputada estadual no universo de 24, só temos uma. Então eu torço para que, nessa eleição, tenham boas candidatas e que o povo eleja mais mulheres na política”, afirmou.

Ao ser perguntado se nomes como o da senadora licenciada e atual secretária de Estado de Assistência Social, coronel Fernanda Buzetti (PP), e da deputada federal Gisela Simona (União Brasil) estariam entre as possibilidades, o vice-governador evitou fazer qualquer restrição.

“Ninguém está descartado, ninguém está descartado”, limitou-se.

Após a declaração do governador, Buzetti afirmou que, até o momento, não foi procurada para discutir uma eventual composição como vice e reforçou que seu projeto político segue voltado para a disputa ao Senado.

“Que eu saiba, não. O PP colocou meu nome ao Senado, junto ao segundo nome da federação PP e União Brasil, junto ao Mauro. Do que não existe é difícil falar, tem que pensar”, declarou.

A definição das chapas para a disputa ainda depende das negociações entre os partidos da base governista, que também discutem a oficialização do apoio da federação entre PP e União Brasil e a distribuição das candidaturas majoritárias.

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